Wanja Wohoro é a convidada especial da EA Wave em novo trabalho

Em conversa com a Ritmoterapia, Jinku disse que este seria um ano bastante activo para a EA Wave, colectivo queniano que tem trabalhado afincadamente na redefinição do som de Nairobi. “vai ser um ano com muita coisa a acontecer, temos singles fortes alinhados, EPs em colaboração com outros artistas e álbuns a solo dos demais membros do grupo. Vai ser incrível”, certificou.

No seu mais recente trabalho, o quinteto (Nu Fvnk, Hiribae, Ukweli e Sichangi são os outros integrantes) emparelhou-se com Wanja Wohoro, artista queniana que no ano passado editou o álbum Matriarch, sucedendo-se ao EP Dust, de 2018, no qual Jinku participa enquanto produtor. “É a melhor compositora de Nairobi”, partilha o grupo em comunicado. “Aborda a cada letra e melodia com uma felicidade brincalhona, obtida de raízes folclóricas e envolvida na sua voz rouca e quente”.

Honey divide-se em duas partes. A primeira, “Honey Bee”, única até à data a ser revelada, influencia-se no future bass e é levada até aos campos do R&B pela aproximação encantadora de Wohoro. A segunda, “Honeydew”, é na qual a “intervenção da EA Wave mais se faz notar”, asseguram.

 

A EA Wave abriu o ano com “See The Sun”, um single que conta com a participação do músico sueco de synth pop Pikes. “Trata-se de um sólido ritmo afro-cubano sustentado pelo falsete de Pikes e vozes encharcadas de reverb”, disse a banda na sua página de Bandcamp. A letra inspira-se no gélido inverno sueco e no desejo do sol de verão e de toda a alegria que ele traz.

 

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